terça-feira, 21 de junho de 2011

Maravilha, estamos no Verão!

   Parece mentira, mas o ano lectivo passou a voar e já estamos a preparar a nossa semana de praia. Alguns vão começar as suas férias em breve e restam as saudades dos bons momentos que partilhámos na Sala 4. 

   Hoje começa a estação do ano a que damos o nome de Verão. Por isso, passámos a manhã a partilhar aquilo que já sabíamos, a ouvir o que vem escrito sobre ele no livro das Estações do Ano e a fazer um trabalho de Expressão Plástica relativo à temática.

   O aspecto que mais identificamos com esta estação do ano é a possibilidade de fazermos praia/piscina, e consequentemente, de brincarmos na areia. Assim, todos nós começámos por representar a praia, o céu e claro, cada um desenhou-se a si próprio.

   Para que o trabalho não fosse totalmente de desenho, cada um escolheu uma de quatro cores de papel crepe e colou um pedaço a fazer de chapéu de sol.

   E ainda colou conchinhas na areia!

   


quarta-feira, 25 de maio de 2011

EXTRATERRESTRES, BUHHHH!!

   A semana passada abordámos as questões relacionadas com os extraterrestres. Juntos descobrimos que os cientistas ainda não têm a certeza se existe Vida nos outros planetas e que tipo de Vida será essa. Por isso, todas as nossas questões relacionadas com esta parte do tema ficaram sem resposta.
   Entretanto, para explorar o assunto e também para darmos asas à nossa imaginação, fizemos massa de farinha e criámos os nosso próprios ET's.

Dispusemos a farinha num alguidar,

juntámos sal e água q. b. e...

amassámos bem.

   Depois brincámos com uma porção da massa e no final moldámos os nossos Extraterrestres.

   Depois de secos, cada um pintou o seu extraterrestre como considerou melhor e aplicou botões e/ou olhinhos de plástico.


segunda-feira, 16 de maio de 2011

Todos os planetas giram à volta do Sol

    Uma das questões colocadas no início do Projecto era "Os planetas estão todos a andar?" (V. B.) e para dinamizar esta questão, na 6ª feira tivemos uma sessão de Expressão Motora.

   Começámos por aquecer o nosso corpo, movimentando as várias partes como fazem os jogadores de futebol ou as ginastas. E logo de seguida começámos a aprender algumas coisas acerca dos planetas enquanto nos movimentávamos.
   Girámos sobre nós próprios da mesma forma que os planetas giram sobre si e mais tarde girámos à volta do Sol, tal como os planetas fazem. Para essa 2ª parte ser mais organizada, foram distribuídos uns cartões com o Sol e a Terra e as crianças formaram pares em que havia um elemento com o cartão do Sol e um elemento com o cartão da Terra.
   O elemento que tinha o cartão do Sol tinha de estar parado e aquele que tinha a Terra tinha de girar à sua volta.

   Foi-lhes explicado que a Terra e os restantes planetas giram ao redor do Sol sempre da mesma forma, mas para tornar a actividade mais interessante do ponto de vista motor, experimentaram andar ao redor do colega/Sol de diversas formas.
   Ao pé coxinho,
com saltos a pés juntos,
de gatas,
com pezinhos "à bebé", etc.

   Posto isto, trocaram de cartão com o colega e inverteram os papéis.

   Para finalizar esta parte da actividade, foi-lhes explicado que a Terra leva 24h ou um dia a dar uma volta sobre si mesma e leva 365 dias ou um ano a dar uma volta ao Sol. Os restantes planetas levam tempos diferentes a dar a volta ao Sol e a girar sobre si próprios.
Por forma a se apropriarem melhor destes dados, pedi-lhes que quando dissesse 24h ou um dia girassem sobre si próprios, e que quando dissesse 365dias ou um ano dessem uma volta à Sala. O que é que leva mais tempo? Dar a volta à Sala, tal como dar a volta ao Sol.

   No final, sentámo-nos em filas de 2/3 e imaginámos uma viagem de foguetão até à Lua.
   Vimos os planetas e o Sol das janelas da nossa nave, tirámos-lhes fotos, comemos, dormimos, flutuámos e até saímos com uma máscara de oxigénio para passearmos sobre a Lua. Recolhemos pedaços de rocha para analisarmos na Terra e espetámos uma bandeira. Regressámos ao nosso foguetão e enquanto "dormíamos" ele trouxe-nos de volta ao nosso querido planeta.
   Foi uma manhã muito divertida! :)

"A Que Sabe A Lua?"

   Depois de ouvirmos a leitura do livro A Que Sabe A Lua?
decidimos usar a régua medidora que ele trazia para vermos qual de nós é o mais alto e qual o mais baixo.

   Após todos terem sido medidos, chegámos à conclusão que o mais alto é o C. D. com 1, 24m e que a mais baixa é a R. P. com 1, 01m. Ora vejam só a diferença de tamanho nas fotografias abaixo!


   Fizemos o registo do menino mais alto e da menina mais baixa da nossa Sala, escrevemos o nosso comprimento e chegámos à conclusão de que as únicas que eram capazes de chegar à Lua eram a Ana e a Graça. :) É claro que muitos referiram logo que os seus papás também chegariam à Lua da nossa régua medidora.
   À tarde conversámos que todos os outros meninos (que não o C.D. e a R.P.) tinham um tamanho médio, então um a um foram sendo chamados a entrar numa fila ordenada do maior para o mais pequeno. Comparavam o seu tamanho com o dos meninos que já estavam na fila e encaichavam-se. Foi nesse momento que descobrimos que alguns de nós tinham o mesmo tamanho... Como é o caso do W.E. e da B.M.

sábado, 14 de maio de 2011

Actividades de Conhecimento do Mundo, ou melhor, do Espaço!

   A semana passada estivemos a fazer uma actividade experimental para percebermos melhor a descolagem dos foguetões. Usámos fita-cola, cordel, um balão e uma palhinha.

   Prendemos o cordel bem esticado ao tecto e ao chão da nossa sala, usando fita-cola, sendo que o cordel passava por dentro de uma palhinha. Enchemos o balão de ar e colámos, usando novamente a fita-cola, o balão à palhinha, sem nunca deixar o ar sair.

   À semelhança de qualquer descolagem, fizemos contagem decrescente a partir do número 10 e o balão foi enviado ao "Espaço" como se fosse um foguetão.

   Foi uma actividade tão divertida que a repetimos várias vezes! :) E teriam continuado a pedir que a fizessemos vezes sem conta se não tivesse aparecido a professora de Música para dar a sua aula...
   Mais tarde, conversámos sobre as conclusões a que chegámos e fizemos o devido registo.

"O ar sai do balão e empurra-o para cima. O mesmo acontece com o foguetão."


   Esta semana falámos sobre as Fases da Lua e percebemos que o Sol é fundamental para que tal fenómeno aconteça. Contactaram com uma caixa que tornou a aprendizagem deste tópico mais fácil e também mais divertida.


   A caixa contém no seu interior uma bola de esferovite pendurada e a toda a volta contam-se nove aberturas, uma delas (mais pequena) serve para colocar uma lanterna e as restantes para observar o fenómeno das Fases da Lua. A luz da lanterna faz o papel de Sol e à medida que trocamos de abertura vemos a Lua cada vez menos iluminada, até chegarmos à Lua Nova, depois recomeça a iluminar-se, até ser possível visualizar a Lua Cheia.
  A fotografia abaixo foi tirada na Sala, para vos dar uma noção mais clara da actividade, mas nós realizámo-la em pequenos grupos na casa-de-banho, por ser um local mais escuro.


   Depois de todos terem observado as Fases da Lua na caixa, cada um fez o seu registo. :)

domingo, 8 de maio de 2011

As nossas leituras...

   Nos últimos tempos, estes livros têm sido nossa companhia constante!  =)

Há foguetões pelos nossos corredores!

   Começámos por pintar um rolo de papel higiénico com a cor que quisemos. Também lhe colámos meio copo de plástico, para fazer a dianteira da nave, e as asas, feitas de cartolina.

   De seguida desenhámos as chamas que os foguetões libertam quando estão a trabalhar, produzidas pela combustão dos gases que o fazem movimentar-se.

   Por fim, recortámos as chamas, colámo-las no foguetão e desenhámos com caneta de acetato os traços exteriores da nave.

   Nos dias em que fizemos este trabalho falámos de foguetões e vaivéns espaciais, referindo as suas diferenças e semelhanças. O R. F. quis que o seu foguetão fosse transformado em vaivém espacial. A principal diferença? Possui um tanque de combustível e dois foguetes propulsores.